A criação de minianimais tem sido um negócio lucrativo, por sua beleza e peculiaridade em miniatura.

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A criação de minianimais tornou-se um negócio lucrativo no Rio Grande do Sul. Pôneis e minibovinos têm conquistado os mais diversos clientes por sua beleza e peculiaridade em miniatura. Na verdade, todos que visitam o local se encantam com a autenticidade dos espécimes. Tamanho é o sucesso do haras que a fama dos pequenos animais se espalhou por todo o Brasil, o que aumentou a rentabilidade de Gustavo Terra, pecuarista responsável pela criação.

Em sua propriedade, atualmente, o criador conta com 200 pôneis. Além de serem de fácil manejo, eles são extremamente dóceis, o que encanta principalmente as crianças. Outra vantagem desses animais é em relação ao custo de criação, que é significativamente baixo. Por sua docilidade e inteligência, o pônei é utilizado em ecoterapia infantil, além de ser o preferido das crianças em montaria inicial.

A propriedade já comercializou 900 pôneis até o momento. Segundo o pecuarista, os custos de criação são muito baixos e o retorno do investimento chega em curto espaço de tempo. De fato, um negócio promissor e lucrativo, com estimativas de crescimento.

Os minitouros Tupanciretã também fazem sucesso. Gustavo iniciou a criação com oito cabeças e, atualmente, já conta com 15 animais. A demanda pelos exemplares é grande; por esse motivo, torna-se bastante difícil aumentar o número de matrizes. O pecuarista apenas tem conseguido repor os animais velhos. Entretanto, as projeções são para, o quanto antes, aumentar o plantel.

Para conseguir expandir seu negócio, Gustavo tem buscado apoio do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Seu objetivo é realizar o registro de raça Tupanciretã, o que irá favorecer a comercialização em feiras, em especial a venda de sêmen. Inclusive isso ajuda no alinhamento e na organização do processo de seleção em diversos locais de criação.

O minitouro alcança apenas 1 metro de altura e vem do cruzamento de raças leiteiras, o que valoriza o exemplar. Quando chega a 100 ou 200 kg, o animal já pode ser vendido.

Fonte/Créditos: Canal Rural